10/07/2009

Brincar... quero somente brincar...


Quero aprender a brincar com as palavras como um gato brinca com um novelo de lã, como o desenrola em diferentes formas, como o emaranha, desenmaranha e sobretudo como o modela, para além de um simples novelo.
Dessas palavras, quero fazer uma sopa de letras, desalinhada, sem sentido, cheia de sabor, como petazetas que nos invadem as papilas gustativas e avançam sem pudor até à garganta, estalando conforme são confrontadas com humidade e calor.
E que se dê que a metamorfose entre o exacto e o falso.
É simplesmente isto que eu quero ...
Bom fim-de-semana! Aproveitem a lição que passa na Graphonola.

3 comentários:

  1. Advertência da Ana Hatherly: "As palavras soltam freios, abrem clareiras no medo, fazem pausa na aflição. Ou então não. Matam, afogam, separam definitivamente".

    Nota: Don´t shoot the messenger.

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